Frame autoral de Barretinho, DAFB

Barretinho é o vulgo de Iberê, cearense da terra de Dragão do Mar, apesar de todo mundo achar que é Pernambucano. Transmasculino negro e PCD. É diretor criativo, fotógrafo e montador de filmes. Acredita na coletividade e potência do audiovisual como instrumento de transformação social. Integra o DAFB - coletivo de mulheres e dissidentes de gênero do departamento de fotografia do audiovisual brasileiro. É Graduado em Jornalismo com pós graduação em Narrativas Contemporâneas da fotografia e do audiovisual. Assina a direção do curta documental Fabiana Moraes: Brilho e combate (2024), Vassourinhas em Holandês é Vassourinhas (2026) e como fotógrafo os filmes, "A coroa de Ruby" de Henrique Arruda (2026)“Burrama” de Gil Paz (a lançar), “Velcro” de Carol e Renata Pimentel (2025), “Resíduo” (a lançar) de Domingos Jr., "Tornar-se Monstra ou Humana" (2021) de Catarina Almanova. Suas pesquisas e pontos de interesse permeiam a comunidade negra, indígena, lgbtquiap+ e PCD, bem como projetos em prol do meio ambiente. Atua também como foquista em diversas produções nacionais.

← Voltar