Daya é uma cineasta, fotógrafa e diretora afro surrealista. Oriunda de mãe acreana e pai baiano, filha do êxodo, nasceu e cresceu na periferia da Zona Leste de São Paulo. Em seu trabalho, ela transita entre o cinema, videoclipes e a publicidade, com os temas de positividade preta, dramédia e realismo mágico. Em 2025 o vídeoclipe da artista amazônida Liège (contemplado pelo edital Paulo Gustavo) em que ela escreveu, dirigiu e fez produção executiva, foi selecionado no no Bogotá Video Music Festival e mais dez festivais e mostras pelo mundo, ganhando quatro prêmios no Black Queer Festival, entre eles de “Melhor Videoclipe” e “Melhor Roteiro”, além de ter ganhado também “Melhor Videoclipe” no Super Curta Festival em 2025.