Frame autoral de Flora Dias

Flora Dias é DoP baseada em São Paulo. Formada em Cinema pela UFF (Brasil), especializou-se em direção de fotografa na escola Louis Lumière (Paris). Entre seus trabalhos mais recentes estão: - Oceânico (2026), de Guilherme Coelho — Festival do Rio Competitiva Brasil - Isabel (2026), de Gabe Klinger — Berlinale Panorama - Viva o Cinema! (2024), de Marina Person e Gustavo Rosa – HBO Max - Gravity (2024), de Carlos Motta – MACBA Barcelona & OK Linz - Ninguém Pode Provar Nada (2025), de Rodrigo Pinto — Festival do Rio - Nem Deus é Tão Justo Quanto Seus Jeans (2024), de Sergio Silva — Queer Lisboa - A Alegria é a Prova dos Nove (2023), de Helena Ignez — Festival de Munique Em 2019, estreou três filmes no IFF Rotterdam e IndieLisboa: - Seus Ossos e Seus Olhos, de Caetano Gotardo - Noite Amarela, de Ramon Porto - Primeiro Ato, de Matheus Parizi Outros trabalhos de destaque incluem: - Ana e Vitória (2018), de Matheus Souza – Netflix - Sinfonia da Necrópole (2014), de Juliana Rojas — Festival de Mar del Plata - O Duplo (2012), de Juliana Rojas — Semaine de la Critique, Cannes - Califórnia (2015), de Marina Person — IFF Rotterdam Como fotógrafa de segunda unidade, trabalhou ao lado de diversos diretores de fotografa, entre eles Rui Poças, nos filmes Tinnitus e Enterre Seus Mortos.

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