Frame autoral de Mirrah da Silva

Mestra em Documentário pela EICTV (Cuba). É documentarista, fotógrafa, educomunicadora e produtora independente em Treta & Território. Como realizadora audiovisual, em 2013 dirigiu, produziu e roteirizou os curtas-metragens ESTÁTUAS VIVAS (Melhor filme dirigido por uma mulher - 2º Festival Internacional de Cortometrajes de la Diversidad Social, México) e BUMBA BUMBA COM A MINHA PRÓPRIA MACUMBA (Prêmio Retrato da Realidade Nacional, 19 FBCU). Em 2015 lança o webdocumentário MOBILIÁRIO URBANO (moburb.org) com Eduardo Liron, obra interativa e híbrida sobre gentrificação em SP. Entre 2015/17, fotografou e dirigiu os curtas documentais DERRUBADA (LONA Mostra, Cinema e Territórios, pelo MLB Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas) e RUA AUGUSTA, 1029 (Troféu Samburá de Melhor Direção no 29º Cine Ceará, Melhor Filme Sessão Adentro no 13o Festival Entretodos; e finalista no Grande Prêmio do Cinema Nacional 2021), ambos sobre a luta por moradia em São Paulo. Realizou microfilmes experimentais, entre eles METAMORFOSES DO JORNAL e PARA BELO MONTE, o último em denúncia aos crimes da construção da usina de Belo Monte. Em 2015 fez parte da produção da ação Primavera Tupinambá em São Paulo e Integrou o GT Indígena do Tribunal Popular. Em paralelo, atuou como coordenadora audiovisual do projeto NÃO CONSTA NO MAPA (Lei Municipal de Fomento ao Teatro), realizado em ocupações de moradia; concebeu o projeto MBYA SAMBA SALUBA (Proac em Aprimoramento Técnico), realizando oficinas de intervenção urbana com foco em homenagear mulheres protagonistas de seus territórios, ações na Tekoa Ytu (Jaraguá/SP) com estamparia, artes visuais, audiovisual e artesanato; documentou a pesquisa do projeto CIDADE DE MÚLTIPLOS MAPAS (Itaú Rumos), em Rio Branco, Acre; atuou como artista-educadora em Artes Integradas no Programa Vocacional e Programa PIÁ, pela Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo. Em 2020 lança o média "O CORPO É O LUGAR" em parceria do projeto História da Disputa. Atualmente finaliza o projeto documental em pareceria com Tanã Mura, sobre alimentação e os entraves socioambientais na Comunidade de Nazaré/Rondônia; Produz, dirige e fotografa seus trabalhos autorais; é fotógrafa colaboradora da pauta indígena dos Jornalistas Livres; Integra o ZABELÊ (coletivo de mulheres indígenas e apoiadoras); e realiza trabalhos institucionais de cunho social. Finaliza o média metragem PARENTE ; fotografa e co-produz o clip "O Brasil Precisa Ser Exorcizado" (Katu Mirim e Yakuy Tupinambá); e escreve o argumento do seu primeiro longa-metragem INSUBMISSAS MULHERES DA MARGEM

← Voltar