Pritty Reis é fotógrafa, realizadora e curadora audiovisual, além de atuar na comunicação e gestão de redes sociais. Sergipana, formada pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), tem como marca em seus trabalhos a valorização da cultura sergipana, da diversidade e das narrativas que atravessam questões sociais e femininas. Sua produção transita entre a fotografia, o audiovisual e as artes visuais, com um olhar atento à memória, à identidade, aos territórios e às histórias de mulheres. No audiovisual, atua em diferentes funções, como direção de fotografia, operação de câmera, assistência e still. Assinou a direção de fotografia dos videoclipes da cantora sergipana Jaque Barroso, das músicas A Rosa e Banho de Quilombo, e do documentário Farinhada, dirigido por Manoela Veloso, com realização da Rolimã Filmes. Entre seus trabalhos recentes, realizados entre 2025 e 2026, estão a direção de fotografia dos documentários Novo Amanhecer, dirigido por Tatiana Hora, e Pescando Memórias, dirigido por Fernanda Almeida, Isabela Bispo e Givanildo Santana. Também atuou como assistente de fotografia no filme Melodia, dirigido por Luciana Oliveira e Jéssica Maria Araújo, e integrou as equipes de still dos filmes Ton Toy: Um Mestre dos Sons de Sergipe, dirigido por Bluesvi Santos; Aqui Era Tudo Mangue, de Clécia Borges e Joyce Vieira; Cabaça – Sementes de um Brasil Profundo, dirigido por Brenda Monteiro e Ana Marinho; e Edidelson, dirigido por Fernanda Almeida. Também realizou a fotografia do videoclipe Que Amor é Esse?!, da banda Os Corações Partidos. Entre os marcos de sua trajetória em 2025 e 2026 está a curadoria da exposição Visibilidade Feminina no Audiovisual Sergipano, que reúne trabalhos de dez mulheres do setor e circulou por diferentes espaços culturais de Sergipe. No campo das artes visuais, também participou das exposições Viva Sergipe, no Shopping Riomar, Mulher Infinito, com o trabalho Corpositivo, e da Mostra Turmalina de Mulheres Negras na Fotografia, realizada no Museu Capixaba do Negro (MUCANE), em Vitória (ES), onde apresentou fotografias de cena do filme Cabaça, ao lado de fotógrafas negras de diferentes estados brasileiros. Em 2020, foi assistente de fotografia do fashion film Preta Boho, do Brechó Gira Sol, dirigido por Luciana Oliveira. Também trabalhou na Superintendência Especial da Comunicação Social (SUPEC), vinculada à Secretaria-Geral de Governo do Estado de Sergipe, e atuou como planner e social media no Estúdio Gambiarra. Sua trajetória também se estende à produção cultural e à comunicação de projetos ligados ao cinema e à cultura. Atualmente, integra as equipes de comunicação e gestão de redes sociais do Instituto Egbé, da Mostra Egbé Cinema Negro, do SERCINE, do Mulheres da Imagem Sergipe (MIS) e do Cineclube Zoinho, de Salvador (BA).